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10 de set. de 2014

Relatório do Banco Mundial, o Brasil está entre os poucos países que resistiram à crise com uma política diferente

Os adversários não acreditam. Precisou vir o Banco Mundial constatar o mérito da presidenta Dilma durante a crise: manter emprego e salário para a população.

No relatório do Banco Mundial, o Brasil está entre os poucos países que resistiram à crise com uma política diferente: não desempregou, não reduziu salários, não reduziu direitos sociais e não parou de investir.

Dilma analisou hoje (10), em entrevista coletiva, a postura dos adversários: “Estão querendo aplicar aqui o que não está dando certo no resto do mundo”. Mas a presidenta escolheu o lado dos trabalhadores, e reafirmou ser contra a autonomia do Banco Central.

A presidenta ainda lembrou que, no seu governo, a média de juros reais foi a mais baixa desde 1995: 3,3%, de 2011 até 2014. No governo FHC era de 17%, e no governo Lula, caiu para 8,2%.



23 de mar. de 2014

charge comparativa os ultimos 4 governos e o salário minimo

Charge do facebook comparando os últimos governos: Itamar Franco, FHC, Lula e Dilma.
Lembre-se 2014 além da Copa há eleições.  Fique atento, e avalie quem realmente governa para o povo.

15 de out. de 2013

Sob a liderança de Dilma, unir o povo contra frente de oposições


A mídia golpista, centro dirigente das forças da oposição neoliberal e conservadora, está em plena campanha para que se forme um cenário pré-eleitoral de “frente de oposições”. O objetivo explícito é, custe o que custar, derrotar a presidenta Dilma Rousseff e assim interromper o ciclo político progressista aberto com a eleição de Lula em 2002.

Faz parte desta estratégia semear a cizânia entre as forças da base de sustentação do governo federal, fomentar crises e difundir informações sobre a saída deste ou daquele grupo ou partido da coalizão governamental, caracterizá-la como uma formação esgotada e em desagregação. E traçar cenários de primeiro e segundo turnos em que muitos – querem que sejam todos – estejam unidos contra a presidenta e impeçam sua reeleição.

Faz todo o sentido. Mantido o quadro atual, a reeleição da presidenta Dilma Rousseff será “a quarta vitória do povo”, como assinalam as Teses em debate no 13º Congresso do PCdoB. Esta vitória poderá significar um salto qualitativo no desenvolvimento da situação política, dar mais respaldo às forças de sustentação do governo para avançar nas mudanças, aprofundar a democracia, reforçar ainda mais a soberania nacional, pôr o Brasil em linha com as tendências do mundo contemporâneo de alargar a luta anti-imperialista, universalizar as políticas públicas e os direitos sociais, realizar as reformas estruturais democráticas, mudar a política macroeconômica, dar passos substanciais na realização de um plano nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho, distribuição de renda e justiça social.

O avanço proporcionado pela quarta vitória do povo brasileiro na eleição presidencial criará melhores condições para a unidade das forças progressistas – partidos políticos, movimentos sociais e personalidades patrióticas e de esquerda – passo indispensável para promover a grande unidade do povo brasileiro, força propulsora da luta pela emancipação nacional e social.

É por esta razão que as teses do 13º Congresso do PCdoB acentuam que a tarefa tática central dos comunistas no momento é unir e mobilizar forças para assegurar apoio à mandatária para que se sinta em condições de liderar a realização das mudanças que a nação reclama. E preparar as condições políticas para fazer uma campanha eleitoral vitoriosa em 2014. A chave para o êxito é a aglutinação das forças democráticas e progressistas, a coesão da base de sustentação do governo, num quadro de natural e legítima diversidade de interesses locais e regionais.

No nível em que se encontra a batalha política, a tarefa maior no atual curso dos acontecimentos é a unidade e a convergência em nome dos supremos interesses do povo brasileiro. A tarefa prioritária é construir a coalizão eleitoral democrática e progressista sob a liderança da presidenta Dilma Rousseff, em contraposição à “frente das oposições”, em articulação pelas forças conservadoras e neoliberais.

12 de out. de 2013

Yahoo publicou: Pesquisa Datafolha: Dilma tem 42% dos votos contra 21% de Aécio e 15% de Campos


Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) pelo jornal “Folha da S. Paulo”, aponta que a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria reeleita ainda no primeiro turno caso enfrentasse os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). 

Na simulação, Dilma conta com 42% das intenções de voto, enquanto Aécio tem 21% e Campos 15% . Votos brancos e nulos somam 16%, enquanto outros 7% ainda não souberam opinar. 

A pesquisa ainda realizou outros quatro cenários para a eleição de 2014, substituindo os nomes de Campos por Marina Silva e o de Aécio por José Serra. Em nenhuma combinação Dilma teria força suficiente para garantir sua reeleição ainda no primeiro turno. 

A disputa mais apertada ocorre na simulação em que fica com 37% dos votos contra 28% de Marina  e 20% de Serra. Entretanto este é o cenário menos provável, já que ambos trabalham para a candidatura de seus presidentes nacionais: Campos e Aécio. 

O Datafolha entrevistou 2.517 pessoas em 154 municípios e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Devido à filiação de Marina Silva ao PSB, a pesquisa deste sábado não pode ser comparada com outras realizadas anteriormente, já que os cenários são diferentes: após a aliança, ela e Eduardo Campos não podem mais concorrer um contra o outro. 

Segundo turno


Caso ocorra segundo turno, Dilma iria vencer qualquer um dos seus oponentes, segundo a pesquisa. A maior diferença seria contra Eduardo Campos, com uma vitória por 54% a 28%. Já contra Marina seria 47% a 41%, contra Aécio Neves 54% a 31% e diante de José Serra, 51% a 33%. 

Rejeição em 2014

O Datafolha ainda estudou o percentual de rejeição de cada um dos prováveis candidatos para a eleição. A maior taxa é a de José Serra, com 37%, seguido por Dilma com 27%, Campos com 25%, Aécio com 24% e Marina com 17%.

1 de dez. de 2012

Dilma destina 100% dos royalties futuros para a educação

30 DE NOVEMBRO DE 2012 - 18H47 


A presidenta Dilma Rousseff vetou parcialmente o projeto de lei aprovado pelo Congresso que diminuía a parcela de royalties destinada aos estados e municípios produtores de petróleo. Ela também decidiu que 100% dos royalties provenientes dos contratos futuros de exploração de petróleo serão investidos em educação. Uma medida provisória com as mudanças será enviada ao Congresso na próxima semana. 


O anúncio foi feito nesta sexta-feira (30), durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto, pelos ministros da Educação, Aloizio Mercadante; da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; de Minas e Energia, Edison Lobão; e de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Mercadante explicou que, além de 100% dos royalties futuros, 50% dos rendimentos do Fundo Social também serão voltados para a educação. Segundo ele, o objetivo é deixar um legado para as gerações futuras.

“Só a educação vai fazer do Brasil uma nação desenvolvida, ela é o alicerce do desenvolvimento e se o pré-sal e petróleo são o passaporte para o futuro, não há futuro melhor do que investir na educação dos nossos filhos, dos nossos netos, do conjunto do povo brasileiro”, disse o ministro.

A ministra Gleisi Hoffmann explicou que os vetos preservam os contratos firmados e mantêm a atual distribuição dos recursos provenientes do petróleo. Segundo ela, os vetos tiveram como diretriz o respeito à Constituição e aos contratos estabelecidos.

“O veto ao artigo 3º resguarda exatamente os contratos estabelecidos e também tem o objetivo de fazer a readequação, ou seja, a correção da distribuição dos percentuais dos royalties ao longo do tempo (…) quanto às demais intervenções na lei, a presidenta procurou conservar em sua grande maioria as deliberações do Congresso Nacional, garantindo, contudo, a distribuição de recursos para a educação brasileira”, afirmou.

Fonte: Blog do Planalto


Publicado em http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=200211&id_secao=1

22 de abr. de 2012

Governo Dilma obtém aprovação histórica


Governo Dilma obtém aprovação histórica, diz pesquisa

Publicação: 22/04/2012 11:00 Atualização: 22/04/2012 11:31
O governo da presidente Dilma Rousseff obteve aprovação recorde de 64% dos eleitores que o consideram bom ou ótimo, aponta pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal "Folha de S.Paulo" neste domingo. Para 29%, a gestão é regular e apenas 5% reponderam que o governo é ruim ou péssimo. Essa pesquisa coloca Dilma com a mais alta taxa obtida pelo seu governo desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2012. 

Apesar do bom índice de aprovação, a pesquisa mostra que 57% dos entrevistados querem que Lula seja o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) nas próximas eleições de 2014, contra 32% que preferem Dilma como candidata. Outros 6% disseram que nenhum dos dois deveria ser candidato.