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10 de set. de 2014

Relatório do Banco Mundial, o Brasil está entre os poucos países que resistiram à crise com uma política diferente

Os adversários não acreditam. Precisou vir o Banco Mundial constatar o mérito da presidenta Dilma durante a crise: manter emprego e salário para a população.

No relatório do Banco Mundial, o Brasil está entre os poucos países que resistiram à crise com uma política diferente: não desempregou, não reduziu salários, não reduziu direitos sociais e não parou de investir.

Dilma analisou hoje (10), em entrevista coletiva, a postura dos adversários: “Estão querendo aplicar aqui o que não está dando certo no resto do mundo”. Mas a presidenta escolheu o lado dos trabalhadores, e reafirmou ser contra a autonomia do Banco Central.

A presidenta ainda lembrou que, no seu governo, a média de juros reais foi a mais baixa desde 1995: 3,3%, de 2011 até 2014. No governo FHC era de 17%, e no governo Lula, caiu para 8,2%.



5 de set. de 2014

Comunistas pedem concentração de forças e unidade para reeleger Dilma

O Secretariado Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) analisa o quadro político-eleitoral, em nota dirigida aos militantes, quadros, eleitores, aos partidos aliados e movimentos sociais. Atenta à nova polarização, entre a candidatura da presidenta Dilma à reeleição e de Marina Silva (PSB), apoiada pelo grande capital financeiro e forças conservadoras, a direção comunista faz um apelo à concentração total de forças para alcançar a quarta vitória do povo brasileiro.


Dilma na Convenção Nacional Eleitoral do PCdoB. 27 de junho de 2014. Dilma na Convenção Nacional Eleitoral do PCdoB. 27 de junho de 2014.
Dentro de um mês, em 5 de outubro, os brasileiros irão às urnas decidir sobre o futuro do país, elegendo presidente da República, governadores das 27 unidades da Federação, senadores, deputados federais e estaduais. Até lá, o povo brasileiro estará imerso em intensa luta política, da qual poderão emergir uma consciência política elevada e a decisão de seguir em frente na construção de uma grande nação progressista, democrática e justa.

Para as forças democráticas, populares e patrióticas, unidas em torno da candidatura à reeleição da presidenta Dilma Rousseff, a batalha se afigura dura e renhida, o que não surpreende e não deve ser motivo de vacilação nem pessimismo. As vitórias eleitorais precedentes, em 2002, 2006 e 2010, também foram obtidas após intensas disputas, tendo as eleições presidenciais sido decididas no segundo turno.

Está em jogo o destino do país. Temos a convicção de que o eleitorado saberá distinguir sobre o caminho que a nação deve percorrer, se o das transformações políticas e sociais, sob a liderança da presidenta Dilma, ou do retrocesso, representado por uma das candidaturas oposicionistas.

O Brasil está diante do grande desafio de defender as imensas conquistas alcançadas durante os últimos 12 anos, sob os governos de Lula [2003-2010] e Dilma [2011-2014]. Gradual e consistentemente, o país vem percorrendo, desde a primeira vitória eleitoral de Lula, um caminho de mudanças, como jamais se vivenciou em sua história. É um novo ciclo político, durante o qual se ampliou e aprofundou a democracia, elevou-se a participação popular, implantaram-se políticas públicas que retiraram cerca de 40 milhões de pessoas da situação de extrema pobreza, reduziu-se a desigualdade social e progrediu-se em todas as áreas – na saúde, na educação, na moradia popular, na infraestrutura.

Igualmente, o Brasil consolidou sua soberania, inseriu-se no mundo com independência, praticou uma política externa de defesa da paz, da cooperação, do direito internacional. Assertivo e solidário, o novo Brasil governado por Lula e Dilma desempenhou papel ativo em prol da integração dos povos e nações latino-americanos e caribenhos. Ousado, abriu novos horizontes e contribuiu para a luta por uma nova ordem econômica e geopolítica mundial.

O Brasil reúne as condições propícias para avançar, durante o novo período que se abrirá a partir de 2015, na luta por grandes reformas e grandes mudanças, para dar novos passos históricos rumo a um salto civilizacional, em que se transforme no apanágio da justiça social para todos os seus filhos.

A presidenta Dilma Rousseff tem dado demonstrações de que é a liderança política capaz de enfrentar esses desafios. O seu governo fez face à crise internacional, mantendo as políticas sociais, o nível de emprego, defendendo e aprofundando as conquistas, preservando a democracia, mantendo-se firme diante das pressões externas.

Em sua campanha, na qual desponta como a candidata com maiores intenções de voto, segundo todas as sondagens, tem deixado claro que está consciente de que seu próximo governo não será apenas de continuidade. Está atenta às novas exigências da época, ao clamor do povo, principalmente da juventude, por mais mudanças e mais reformas. Por isso, proclamou sua disponibilidade para dirigir o esforço nacional pela abertura de um novo ciclo histórico, de consolidação, ampliação e aprofundamento das mudanças que o país vem realizando desde 2003. O anúncio que fez, no início da campanha, do Plano de Transformação Nacional, é o pacto que propôs ao povo brasileiro para seguir unido na nova etapa.

Sucessivamente derrotados nos grandes embates eleitorais, os representantes mais notórios das classes dominantes retrógradas, entrincheirados principalmente no PSDB, tornaram-se política e eleitoralmente superados. Depois de três mandatos presidenciais sob a liderança de Lula (2003-2010) e Dilma (2011-2014), o povo brasileiro não quer a volta às políticas que degradaram as suas condições de vida, roubaram-lhe direitos e fragilizaram a nação.

Diante do fracasso do PSDB e da candidatura de Aécio Neves, os conservadores realinham suas forças. Nas novas circunstâncias, encontram em Marina Silva (PSB) a candidatura com a qual tudo farão para tentar interromper o ciclo progressista. Inflada pelo poderoso aparato midiático, a candidatura de Marina Silva conquistou adesões que a consolidam no segundo lugar e a credenciam a disputar o segundo turno contando com o apoio das forças conservadoras.

O Brasil vive um real perigo de retrocesso. Em poucos dias de campanha, vai ficando claro o caráter da candidatura de Marina Silva. Seus compromissos com o grande capital financeiro são explícitos, seus projetos contrastam flagrantemente com os interesses nacionais – do que é exemplo maior sua declaração de que a exploração do pré-sal é uma aposta errada. O seu programa é uma carta de rendição aos banqueiros, ao FMI e à intolerância. Politicamente, os conceitos ali emitidos e as medidas propostas constituem uma ameaça de retrocesso da vida democrática e à unidade das forças vivas e emergentes da nação. Em seus devaneios, Marina Silva supõe que pode governar o país com messianismo, incoerências, mentiras e ambiguidades, como agente das ONGs internacionais e dos banqueiros.

Ao proclamar que vai governar “com os melhores”, deixa à mostra o desdém pelas instituições democráticas e republicanas, seu elitismo e concepção aristocrática. Sua “nova política” é uma farsa, uma formulação demagógica para justificar os ataques à democracia e à soberania nacional. Marina Silva personifica a luta anti-Dilma, o combate à esquerda e aos laços de solidariedade do povo brasileiro com as forças transformadoras na América Latina. O que transparece de seu plano de governo e de suas declarações é a preparação do terreno para iniciar uma ofensiva contra as conquistas sociais alcançadas nos últimos 12 anos.

O momento exige a concentração de forças e a união do povo brasileiro, por meio dos partidos políticos progressistas e dos movimentos sociais democráticos e populares, para reeleger a presidenta Dilma Rousseff. Seu governo e sua candidatura representam imensa força política e social, correspondem aos anseios profundos do povo brasileiro. Conquistar a vitória nas urnas em 5 de outubro é o caminho para prosseguir a acumulação histórica de forças e manter o Brasil na senda da democracia, da soberania nacional, do progresso social, como ator de peso no empenho por um mundo de paz.

O Partido Comunista do Brasil, indispensável protagonista de todas as lutas e vitórias do povo brasileiro alcançadas desde a superação da ditadura, na Assembleia Nacional Constituinte, na luta contra o neoliberalismo, na contribuição que tem dado para o êxito dos governos de Lula e Dilma, está totalmente engajado na campanha pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff, lado a lado com os partidos aliados.

Temos a convicção de que a mobilização dos milhões e milhões de militantes, ativistas, simpatizantes e eleitores desses partidos despertará as energias e a força do grande povo brasileiro para conquistar sua quarta vitória, com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, conquista à qual se somará a eleição de uma grande bancada das forças de esquerda e do Partido Comunista do Brasil nas casas legislativas, assim como de grande número de governadores comprometidos com as causas democráticas, populares e patrióticas.

São Paulo, 4 de setembro de 2014.

O Secretariado Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB)
fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/248979-1

2 de set. de 2014

Dilma vira o jogo e bate Aécio em Minas Gerais

É o que revela a pesquisa DataTempo/CP2; segundo o levantamento, a presidente Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida presidencial em Minas Gerias, com 36,1%, seguida por Aécio Neves (PSDB), com 26,5%; no levantamento anterior, a petista tinha 33,8%, e o tucano, 41,2%; a presidenciável pelo PSB, Marina Silva, aparece na terceira posição, com 20,5%.


Dilma em campanha em Belo Horizonte
Pesquisa de intenções de voto para presidente da República no Estado realizada entre os dias 21 a 25 de agosto pelo DataTempo/CP2 mostra crescimento de Dilma Rousseff em relação ao levantamento anterior, publicado em 9 de agosto, de 33,8% para 36,1%. O ex-governador Aécio Neves (PSDB) despencou de 41,2% para 26,5%. Aparentemente, ele perdeu muitos votos para Marina Silva (PSB), que foi de 4,8% para 20,5%.

O levantamento mostra também queda da taxa de rejeição de Dilma e aumento do índice de mineiros que não votariam em nenhuma hipótese em Aécio. Nesse quesito, Dilma foi de 32,3% para 26.1%, ao passo que Aécio teve a rejeição elevada de 17,7% para 22,5%. A CP2 registrou também uma melhora na avaliação do governo Dilma. A soma de notas 'bom' e 'muito bom' passou de 32% para 37,2%. Já a soma de 'ruim' e 'muito ruim' caiu de 36,7% para 32,5%.

Na simulação de segundo turno em Minas, Dilma venceria Aécio por 42,8% a 37.1%. Contra Marina, a presidente também triunfaria por 43,1% contra 38,1%. A CP2 realizou 2.066 entrevistas no Estado. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR 00409/2014.

Fonte: Brasil 247

http://www.vermelho.org.br/noticia/248686-1

23 de mar. de 2014

charge comparativa os ultimos 4 governos e o salário minimo

Charge do facebook comparando os últimos governos: Itamar Franco, FHC, Lula e Dilma.
Lembre-se 2014 além da Copa há eleições.  Fique atento, e avalie quem realmente governa para o povo.

12 de out. de 2013

Yahoo publicou: Pesquisa Datafolha: Dilma tem 42% dos votos contra 21% de Aécio e 15% de Campos


Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) pelo jornal “Folha da S. Paulo”, aponta que a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria reeleita ainda no primeiro turno caso enfrentasse os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). 

Na simulação, Dilma conta com 42% das intenções de voto, enquanto Aécio tem 21% e Campos 15% . Votos brancos e nulos somam 16%, enquanto outros 7% ainda não souberam opinar. 

A pesquisa ainda realizou outros quatro cenários para a eleição de 2014, substituindo os nomes de Campos por Marina Silva e o de Aécio por José Serra. Em nenhuma combinação Dilma teria força suficiente para garantir sua reeleição ainda no primeiro turno. 

A disputa mais apertada ocorre na simulação em que fica com 37% dos votos contra 28% de Marina  e 20% de Serra. Entretanto este é o cenário menos provável, já que ambos trabalham para a candidatura de seus presidentes nacionais: Campos e Aécio. 

O Datafolha entrevistou 2.517 pessoas em 154 municípios e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Devido à filiação de Marina Silva ao PSB, a pesquisa deste sábado não pode ser comparada com outras realizadas anteriormente, já que os cenários são diferentes: após a aliança, ela e Eduardo Campos não podem mais concorrer um contra o outro. 

Segundo turno


Caso ocorra segundo turno, Dilma iria vencer qualquer um dos seus oponentes, segundo a pesquisa. A maior diferença seria contra Eduardo Campos, com uma vitória por 54% a 28%. Já contra Marina seria 47% a 41%, contra Aécio Neves 54% a 31% e diante de José Serra, 51% a 33%. 

Rejeição em 2014

O Datafolha ainda estudou o percentual de rejeição de cada um dos prováveis candidatos para a eleição. A maior taxa é a de José Serra, com 37%, seguido por Dilma com 27%, Campos com 25%, Aécio com 24% e Marina com 17%.

5 de ago. de 2013

Presidenta Dilma Rousseff sanciona Estatudo da Juventude

Juventude comemora estatuto e cobra mais conquistas 


Reforma política com financiamento público de campanha. Mais recursos para educação. Democratização da comunicação. Desmilitarização da polícia. E fim dos autos de resistência. Foram essas as reivindicações apresentadas pelos jovens brasileiros, ao discursarem na solenidade de sanção do Estatuto da Juventude, na tarde desta segunda-feira (5), no Palácio do Planalto. Mas eles não deixaram de comemorar o fim da luta de quase 10 anos com a sanção da nova carta de direitos da juventude.


Presidência da República
Juventude comemora estatuto e cobra mais conquistas  
Dilma à juventude brasileira: “Eu conto com vocês, vocês podem contar comigo”.
A presidenta Dilma Rousseff disse que não abandonou seus compromissos democráticas quando assumiu a Presidência da República e, ao finalizar sua fala em que se comprometeu com mais conquistas para a juventude e o combate à violênciacontra a juventude negra e pobre, disse “Eu conto com vocês, vocês podem contar comigo”.

Apresentações culturais de jovens negros marcaram a solenidade, que contou ainda com a entrega de uma carta assinada por mais de 80 organizações denunciando a violência policial contra os jovens negros nas periferias das cidades brasileiras. 


Leia a noticia na integra acessando:
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=220361&id_secao=1

A presidenta Dilma disse que considera o fato o mais grave no Brasil de hoje e se comprometeu a eleger o assunto como o principal assunto a ser debatido nos diversos órgãos e conselhos que estão sendo criados para implementar o Estatuto da Juventude. A fala foi seguida de muitos aplausos e gritos de “Olé,olê,olá/Dilma, Dilma!”. 

Os muitos discursos, que foi iniciado pela presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros, e encerrado pela Presidenta Dilma, se alternaram entre comemorações pela conquista do novo estatuto e os desafios para ampliar ainda mais os direitos dos jovens, que representam atualmente cerca de 52 milhões de pessoas. 

10 de mar. de 2013

Medida popular: Dilma anuncia desoneração da cesta básica


A presidenta Dilma Rousseff anunciou na última sexta-feira (8) a desoneração da cesta básica. Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV por ocasião do Dia Internacional da Mulher, Dilma afirmou que todos os produtos da cesta básica estarão livres do pagamento de impostos federais. A presidenta disse esperar que a medida estimule a agricultura, a indústria e o comércio e gere mais empregos.



“Com essa decisão, você, com a mesma renda que tem hoje, vai poder aumentar o consumo de alimentos e de produtos de limpeza, e ainda ter uma sobra de dinheiro para poupar ou aumentar o consumo de outros bens. Desde o mês passado você está pagando uma conta de luz mais barata. Agora, com mais essa redução de despesas, você vai poder equilibrar um pouquinho melhor o seu orçamento doméstico”.

A presidenta afirmou que o governo definiu um novo formato da cesta básica, que prioriza alimentos de mais qualidade nutritiva. Fazem parte dessa cesta carnes bovinas, suína, aves e peixes, arroz, feijão, ovo, leite integral, café, açúcar, farinhas, pão, óleo, manteiga, frutas, legumes, sabonete, papel higiênico e pasta de dentes. Dilma disse esperar que a desoneração contribua para a redução dos preços dos produtos da cesta básica.

“Conto com os empresários para que isso signifique uma redução de pelo menos 9,25% no preço das carnes, do café, da manteiga, do óleo de cozinha, e de 12,5% na pasta de dentes, nos sabonetes, só para citar alguns exemplos (…) Aproveito, agora, para mandar um recado muito particular para os nossos produtores e comerciantes, do campo e da cidade. Vocês vão logo perceber que essa medida trará uma forte redução nos seus custos, e isso vai dar margem para a expansão dos seus negócios”.



Fonte:http://www.vermelho.org.br/tvvermelho/noticia.php?id_noticia=207911&id_secao=146