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10 de set. de 2014

Relatório do Banco Mundial, o Brasil está entre os poucos países que resistiram à crise com uma política diferente

Os adversários não acreditam. Precisou vir o Banco Mundial constatar o mérito da presidenta Dilma durante a crise: manter emprego e salário para a população.

No relatório do Banco Mundial, o Brasil está entre os poucos países que resistiram à crise com uma política diferente: não desempregou, não reduziu salários, não reduziu direitos sociais e não parou de investir.

Dilma analisou hoje (10), em entrevista coletiva, a postura dos adversários: “Estão querendo aplicar aqui o que não está dando certo no resto do mundo”. Mas a presidenta escolheu o lado dos trabalhadores, e reafirmou ser contra a autonomia do Banco Central.

A presidenta ainda lembrou que, no seu governo, a média de juros reais foi a mais baixa desde 1995: 3,3%, de 2011 até 2014. No governo FHC era de 17%, e no governo Lula, caiu para 8,2%.



9 de set. de 2014

Desigualdade nas urnas – Negros são apenas 9,24% dos candidatos nas Eleições 2014


         No dia 5 de outubro deste ano os brasileiros irão às urnas numa das maiores eleições de todos os tempos. Serão eleitos: presidente e vice-presidente da República, deputados federais, senadores, governadores e vice-governadores, deputados estaduais; o governador e vice-governador do Distrito Federal e os deputados do Distrito Federal. Ao todo são 25.366 candidatos em disputa. Numa eleição com estas proporções poderíamos imaginar que a quantidade de candidatos negros e negras seriam proporcionais ao percentual da população afrodescendente brasileira que de acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de quase 51% de pretos e pardos, o que corresponde a mais de 101, 9 milhões de pessoas.

    Ledo engano. O cidadão negro brasileiro ainda permanece à margem dos cargos de representatividade na vida pública do país.
     Os números comprovam a desigualdade racial nas urnas. Pela primeira vez o cadastro das candidaturas no Tribunal Superidor Eleitoral (TSE), exigiu a informação quanto a cor da pele do candidato. E as estatísticas eleitorais geradas a partir do Sistema de Divulgação de Candidaturas (DivulgaCand2014) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que engloba todos os concorrentes aos cargos em disputa no pleito deste ano, demonstram que do total de inscritos, 13.958 candidatos (55,03%) são brancos, pardos correspondem a 8.868 pessoas (34,96%), negros somam 2.344 candidatos (9,24%), os da cor amarela são 116 (0,46%) e os que se declararam indígenas equivalem a 80 candidaturas (0,32%). Ou seja, pretos e pardos somados ficam abaixo do número total de candidatos brancos inscritos.
Fonte: http://afrobrasnews.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1944%3Adesigualdade-nas-urnas-negros-sao-apenas-924-dos-candidatos-nas-eleicoes-2014&catid=34%3Anoticias&Itemid=55

5 de set. de 2014

Comunistas pedem concentração de forças e unidade para reeleger Dilma

O Secretariado Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) analisa o quadro político-eleitoral, em nota dirigida aos militantes, quadros, eleitores, aos partidos aliados e movimentos sociais. Atenta à nova polarização, entre a candidatura da presidenta Dilma à reeleição e de Marina Silva (PSB), apoiada pelo grande capital financeiro e forças conservadoras, a direção comunista faz um apelo à concentração total de forças para alcançar a quarta vitória do povo brasileiro.


Dilma na Convenção Nacional Eleitoral do PCdoB. 27 de junho de 2014. Dilma na Convenção Nacional Eleitoral do PCdoB. 27 de junho de 2014.
Dentro de um mês, em 5 de outubro, os brasileiros irão às urnas decidir sobre o futuro do país, elegendo presidente da República, governadores das 27 unidades da Federação, senadores, deputados federais e estaduais. Até lá, o povo brasileiro estará imerso em intensa luta política, da qual poderão emergir uma consciência política elevada e a decisão de seguir em frente na construção de uma grande nação progressista, democrática e justa.

Para as forças democráticas, populares e patrióticas, unidas em torno da candidatura à reeleição da presidenta Dilma Rousseff, a batalha se afigura dura e renhida, o que não surpreende e não deve ser motivo de vacilação nem pessimismo. As vitórias eleitorais precedentes, em 2002, 2006 e 2010, também foram obtidas após intensas disputas, tendo as eleições presidenciais sido decididas no segundo turno.

Está em jogo o destino do país. Temos a convicção de que o eleitorado saberá distinguir sobre o caminho que a nação deve percorrer, se o das transformações políticas e sociais, sob a liderança da presidenta Dilma, ou do retrocesso, representado por uma das candidaturas oposicionistas.

O Brasil está diante do grande desafio de defender as imensas conquistas alcançadas durante os últimos 12 anos, sob os governos de Lula [2003-2010] e Dilma [2011-2014]. Gradual e consistentemente, o país vem percorrendo, desde a primeira vitória eleitoral de Lula, um caminho de mudanças, como jamais se vivenciou em sua história. É um novo ciclo político, durante o qual se ampliou e aprofundou a democracia, elevou-se a participação popular, implantaram-se políticas públicas que retiraram cerca de 40 milhões de pessoas da situação de extrema pobreza, reduziu-se a desigualdade social e progrediu-se em todas as áreas – na saúde, na educação, na moradia popular, na infraestrutura.

Igualmente, o Brasil consolidou sua soberania, inseriu-se no mundo com independência, praticou uma política externa de defesa da paz, da cooperação, do direito internacional. Assertivo e solidário, o novo Brasil governado por Lula e Dilma desempenhou papel ativo em prol da integração dos povos e nações latino-americanos e caribenhos. Ousado, abriu novos horizontes e contribuiu para a luta por uma nova ordem econômica e geopolítica mundial.

O Brasil reúne as condições propícias para avançar, durante o novo período que se abrirá a partir de 2015, na luta por grandes reformas e grandes mudanças, para dar novos passos históricos rumo a um salto civilizacional, em que se transforme no apanágio da justiça social para todos os seus filhos.

A presidenta Dilma Rousseff tem dado demonstrações de que é a liderança política capaz de enfrentar esses desafios. O seu governo fez face à crise internacional, mantendo as políticas sociais, o nível de emprego, defendendo e aprofundando as conquistas, preservando a democracia, mantendo-se firme diante das pressões externas.

Em sua campanha, na qual desponta como a candidata com maiores intenções de voto, segundo todas as sondagens, tem deixado claro que está consciente de que seu próximo governo não será apenas de continuidade. Está atenta às novas exigências da época, ao clamor do povo, principalmente da juventude, por mais mudanças e mais reformas. Por isso, proclamou sua disponibilidade para dirigir o esforço nacional pela abertura de um novo ciclo histórico, de consolidação, ampliação e aprofundamento das mudanças que o país vem realizando desde 2003. O anúncio que fez, no início da campanha, do Plano de Transformação Nacional, é o pacto que propôs ao povo brasileiro para seguir unido na nova etapa.

Sucessivamente derrotados nos grandes embates eleitorais, os representantes mais notórios das classes dominantes retrógradas, entrincheirados principalmente no PSDB, tornaram-se política e eleitoralmente superados. Depois de três mandatos presidenciais sob a liderança de Lula (2003-2010) e Dilma (2011-2014), o povo brasileiro não quer a volta às políticas que degradaram as suas condições de vida, roubaram-lhe direitos e fragilizaram a nação.

Diante do fracasso do PSDB e da candidatura de Aécio Neves, os conservadores realinham suas forças. Nas novas circunstâncias, encontram em Marina Silva (PSB) a candidatura com a qual tudo farão para tentar interromper o ciclo progressista. Inflada pelo poderoso aparato midiático, a candidatura de Marina Silva conquistou adesões que a consolidam no segundo lugar e a credenciam a disputar o segundo turno contando com o apoio das forças conservadoras.

O Brasil vive um real perigo de retrocesso. Em poucos dias de campanha, vai ficando claro o caráter da candidatura de Marina Silva. Seus compromissos com o grande capital financeiro são explícitos, seus projetos contrastam flagrantemente com os interesses nacionais – do que é exemplo maior sua declaração de que a exploração do pré-sal é uma aposta errada. O seu programa é uma carta de rendição aos banqueiros, ao FMI e à intolerância. Politicamente, os conceitos ali emitidos e as medidas propostas constituem uma ameaça de retrocesso da vida democrática e à unidade das forças vivas e emergentes da nação. Em seus devaneios, Marina Silva supõe que pode governar o país com messianismo, incoerências, mentiras e ambiguidades, como agente das ONGs internacionais e dos banqueiros.

Ao proclamar que vai governar “com os melhores”, deixa à mostra o desdém pelas instituições democráticas e republicanas, seu elitismo e concepção aristocrática. Sua “nova política” é uma farsa, uma formulação demagógica para justificar os ataques à democracia e à soberania nacional. Marina Silva personifica a luta anti-Dilma, o combate à esquerda e aos laços de solidariedade do povo brasileiro com as forças transformadoras na América Latina. O que transparece de seu plano de governo e de suas declarações é a preparação do terreno para iniciar uma ofensiva contra as conquistas sociais alcançadas nos últimos 12 anos.

O momento exige a concentração de forças e a união do povo brasileiro, por meio dos partidos políticos progressistas e dos movimentos sociais democráticos e populares, para reeleger a presidenta Dilma Rousseff. Seu governo e sua candidatura representam imensa força política e social, correspondem aos anseios profundos do povo brasileiro. Conquistar a vitória nas urnas em 5 de outubro é o caminho para prosseguir a acumulação histórica de forças e manter o Brasil na senda da democracia, da soberania nacional, do progresso social, como ator de peso no empenho por um mundo de paz.

O Partido Comunista do Brasil, indispensável protagonista de todas as lutas e vitórias do povo brasileiro alcançadas desde a superação da ditadura, na Assembleia Nacional Constituinte, na luta contra o neoliberalismo, na contribuição que tem dado para o êxito dos governos de Lula e Dilma, está totalmente engajado na campanha pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff, lado a lado com os partidos aliados.

Temos a convicção de que a mobilização dos milhões e milhões de militantes, ativistas, simpatizantes e eleitores desses partidos despertará as energias e a força do grande povo brasileiro para conquistar sua quarta vitória, com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, conquista à qual se somará a eleição de uma grande bancada das forças de esquerda e do Partido Comunista do Brasil nas casas legislativas, assim como de grande número de governadores comprometidos com as causas democráticas, populares e patrióticas.

São Paulo, 4 de setembro de 2014.

O Secretariado Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB)
fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/248979-1

2 de set. de 2014

Dilma vira o jogo e bate Aécio em Minas Gerais

É o que revela a pesquisa DataTempo/CP2; segundo o levantamento, a presidente Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida presidencial em Minas Gerias, com 36,1%, seguida por Aécio Neves (PSDB), com 26,5%; no levantamento anterior, a petista tinha 33,8%, e o tucano, 41,2%; a presidenciável pelo PSB, Marina Silva, aparece na terceira posição, com 20,5%.


Dilma em campanha em Belo Horizonte
Pesquisa de intenções de voto para presidente da República no Estado realizada entre os dias 21 a 25 de agosto pelo DataTempo/CP2 mostra crescimento de Dilma Rousseff em relação ao levantamento anterior, publicado em 9 de agosto, de 33,8% para 36,1%. O ex-governador Aécio Neves (PSDB) despencou de 41,2% para 26,5%. Aparentemente, ele perdeu muitos votos para Marina Silva (PSB), que foi de 4,8% para 20,5%.

O levantamento mostra também queda da taxa de rejeição de Dilma e aumento do índice de mineiros que não votariam em nenhuma hipótese em Aécio. Nesse quesito, Dilma foi de 32,3% para 26.1%, ao passo que Aécio teve a rejeição elevada de 17,7% para 22,5%. A CP2 registrou também uma melhora na avaliação do governo Dilma. A soma de notas 'bom' e 'muito bom' passou de 32% para 37,2%. Já a soma de 'ruim' e 'muito ruim' caiu de 36,7% para 32,5%.

Na simulação de segundo turno em Minas, Dilma venceria Aécio por 42,8% a 37.1%. Contra Marina, a presidente também triunfaria por 43,1% contra 38,1%. A CP2 realizou 2.066 entrevistas no Estado. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR 00409/2014.

Fonte: Brasil 247

http://www.vermelho.org.br/noticia/248686-1

1 de set. de 2014

Fernando Pimentel Dispara na Frente! Para governador de Minas vote 13!

Fernando Pimentel (13) dispara em pesquisa realizada pelo DataTempo (margem de erro de 2,16%) entre os dias 21 e 25 de Agosto de 2014 onde foram entrevistados 2066 eleitores (registro número MG- 00067/2014). Vote Pimentel. Para governador de Minas Vote 13! 

19 de ago. de 2014

Você sabe o que acontece com quem recebe o Bolsa Família?

Você sabe o que acontece com quem recebe o Bolsa Família?

Mestre Urso 65777

         Nosso povo clama por mudanças, mas que tipo de mudança é essa? E como alcança-la? É necessário que o povo tenha coragem para mudar, é necessário que o povo exerça seus direitos como cidadãos conscientes e neste pleito eleitoral de 2014 depositem seus anseios de um país melhor nas urnas. Não podemos mais nos omitir sobre o que acontece a nossa volta. 
        Coloco meus serviços como candidato a Deputado Estadual em Minas Gerais, pois entendo a necessidade iminente de representatividade do povo em nossa câmara legislativa. 
       Independentemente de credo, ideologia, etnia, orientação sexual desejo representar os reais interesses do povo mineiro. Este não é o momento para recuar, é o momento para avançarmos e sermos essa mudança que queremos ver em nosso estado e país. Não podemos mais deixar que nosso estado seja governado apenas por empresários e o interesse dos mais humildes seja deixado de lado.        Essa é a hora do campo progressista assumir o controle e disputar o destino do nosso querido estado mineiro.
       Não posso e nem devo me omitir, pois desejo um futuro onde o povo tenha mais acesso à cultura, saúde, educação, emprego e dignidade, acredito no dia em que todos os cidadãos saberão a importância que tem um processo eleitoral democrático para o nosso país e depositarão sua confiança e voto naqueles que realmente se comprometem com o seu povo. Eu sou brasileiro, mineiro e quero contribuir para a construção de uma nação cada vez mais justa e igualitária.
 CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL - CARLOS ALBERTO BATISTA DA SILVA (MESTRE URSO) 65777



17 de ago. de 2014

Atividade Mestre Urso 18.08.2014


João Batista 65300



        Pastor evangélico João Batista e microenprendedor em Uberlândia. Luta pelas cooperativas e associações de reciclagem e também membro da associação do Bairro Tocantins. Suas proposta de campanha engloba a saúde pública, o saneamento básico e os cuidados com o meio ambiente para a melhoria de vida das pessoas. A serviço do povo e dos valores cristãos. João Batista espera representar a população de Uberlândia e região na Assembléia Legislativa de Minas Gerais!




3 de ago. de 2014

PCdoB Uberlândia apresenta seus candidatos a Deputado Estadual

             O comitê municipal de Uberlândia (M.G) do PCdoB  apresenta seus candidatos a Deputado Estadual em Minas Gerais. 
             Abaixo os dois camaradas que colocaram seus nomes a disposição para concorrer ao mandato de Deputado Estadual pelo PCdoB, e representar no legislativo mineiro a cidade e região.
Os camaradas são:
             João Batista (65300). João Batista é microempreendedor, Pastor e atua junto a associações de reciclagem. Comprometido com a luta pela conscientização da preservação ao meio ambiente colocou seu nome a disposição para representar o partido.  
  
            Carlos Alberto (Mestre Urso) 65777, e mestre em capoeira , bancário e atua junto a ACCA em projetos sociais que envolve a pratica de esporte por meio da capoeira.
            Portanto se voce é militante, simpatizante ou simplesmente e próximo ao partido, em 05 de Outubro de 2014 já sabe em quem votar. 
           PCdoB. Porque chegou a hora de renovar!

Sec. Comunicação comitê municipal

1 de ago. de 2014

ATO DE LANÇAMENTO CANDIDATURA DE FERNANDO PIMENTEL EM UBERLÂNDIA

Ocorrerá na próxima segunda-feira dia (04.08.2014) às 18h00  na cidade de Uberlândia o ATO DE LANÇAMENTO  da Candidatura a Governador de Fernando Pimentel, ao estado de Minas.
O ato será marcado por uma caminhada conjunta dos militantes dos partidos da base, e sairá da Praça Clarimundo Carneiro até a Praça Tubal Vilela.

O PCdoB, mobiliza e convida todos os seus militantes a comparecerem.

Saudações socialistas!

31 de jul. de 2014

“Minas passa por um esgotamento do modelo tucano”, afirma Jô Moraes

“Minas passa por um esgotamento do modelo tucano”, afirma Jô Moraes

Seguindo à série “Eleições PCdoB 2014”, o Portal Vermelho chega a Minas Gerais e entrevista a dirigente comunista e candidata à reeleição a deputada federal Jô Moraes, que expõe sua trajetória política e seu histórico no movimento social.

Laís Gouveia, da Redação do Vermelho
Jô: empoderamento da mulher é dever do Estado e da sociedade  
Jô Moraes é candidata a deputada federal pelo PCdoB-Minas.
Jô Moraes afirma que a luta pela liberdade e a luta feminista sempre foram fatores que pautaram sua vida política: “Iniciei minha militância nos duros tempos da ditadura, no movimento estudantil. Anistiada, priorizei minha ação na luta emancipacionista das mulheres. Compartilhei com João Amazonas e outras companheiras a formulação da política do partido sobre a questão da mulher. Fui a primeira presidenta da União Brasileira de Mulheres (UBM) e exerci vários cargos nessa área. Hoje sou coordenadora da bancada feminina da Câmara dos Deputados depois de ter sido líder da bancada do PCdoB”.

Em relação à conjuntura nacional, a dirigente diz que o Brasil é um país de desigualdades seculares, forjadas pelo tipo de construção econômica desde a sua descoberta, e que não enfrenta de forma simples os desafios de desenvolver e incluir sua população. “Foram muitos os períodos históricos em que o povo lutou para avançar e teve interrompido o seu caminho. Por isso é tão importante reconhecer os esforços que o governo da presidenta Dilma vem realizando, na continuidade das pegadas de Lula, para reduzir essas mazelas e alcançar um novo patamar para sua gente. Acrescente-se a isso a estrutura política elitista e autoritária de nossa República que torna ainda mais difícil a participação do povo através de suas pressões transformadoras. É preciso entender que são essas pressões e um governo suscetível às mudanças que podem fazer o país avançar. Reeleger Dilma é o caminho para garantir um governo de compromisso com as mudanças, que continue escutando as ruas em manifestações organizadas para dar novos saltos e alcançar novas conquistas.”

Jô aponta que os últimos governos tucanos foram muito negativos para Minas Gerais. “O estado é o segundo colégio eleitoral e o terceiro PIB do país. Teve um desenvolvimento histórico retardado e tecnologicamente atrasado em sua estrutura produtiva. Seu impulso industrial fruto da 2ª Guerra e seu salto de meados da década de 1970 resultaram de investimentos do capital estrangeiro, do setor público e de poucos capitais nacionais. Ainda vive da exportação de produtos primários, sem valor agregado. Por isso depende tanto de recursos públicos para movimentar sua economia. O modelo neoliberal vigente nos últimos governos levou a um enfraquecimento da estrutura do estado, que vive grave crise. A mudança de governo passa a ser uma exigência objetiva da vida. Por isso são reais as possibilidades da vitória de um novo projeto, encabeçado por Dilma e os partidos membros da coligação, em torno da candidatura de Fernando Pimentel.  Será uma dura batalha, porque o tucanato está disposto a não deixar o poder.”

A dirigente comunista afirma que “O PCdoB quer contribuir decididamente para a reeleição de Dilma, sabendo os desafios de enfrentar um candidato que tem as elites brasileiras em seu apoio. Compreendo que há um clima de esgotamento da experiência tucana na administração estadual que favorece a campanha de Fernando Pimentel para o governo”.

“O PCdoB se prepara para dobrar sua bancada federal e sua bancada estadual como forma de reforçar o campo de esquerda num estado tão complexo como Minas Gerais. Tem como objetivo reeleger sua atual deputada Jô Moraes e eleger o presidente do partido Wadson Ribeiro. Como já tem dois deputados estaduais pretende ampliar a bancada com uma boa chapa própria”, conclui.


Fonte: http://www.pcdob.org.br/noticia.php?id_noticia=246551&id_secao=

24 de jul. de 2014

Wadson Ribeiro para Deputado Federal 6510


O PCdoB Uberlândia apoia a candidatura do camarada Wadson Ribeiro para deputado federal.
Conheça um pouco mais sobre a trajetória do camarada acessando:
http://www.wadsonribeiro.com.br





16 de jul. de 2014

PCdoB-CE: Inácio Arruda disputará mandato de deputado federal

O PCdoB-CE aprovou nesta segunda-feira (14) a substituição de João Ananias, que não disputará a reeleição por razões de saúde, por Inácio Arruda, na chapa de candidatos a deputado federal. Em nota, o Partido destaca a atuação de Ananias como parlamentar e Secretário de Saúde e lamenta que esteja fora da disputa. Quanto a Inácio, que não disputaria reeleição ao Senado, o PCdoB ressalta sua trajetória marcante e afirma que aceitou com destemor a tarefa de concorrer ao mandato de deputado federal.
Nota do PCdoB/CE aos cearenses
Mais informações: http://renatorabelo.blog.br/2014/07/16/pcdob-ce-inacio-arruda-disputara-mandato-de-deputado-federal/

13 de jul. de 2014

PCdoB tem candidaturas em todo o país

Nas eleições deste ano está em jogo o destino do país. O eleitorado decidirá em outubro vindouro se quer continuar percorrendo o caminho das transformações políticas e sociais, sob a liderança da presidenta Dilma, candidata à reeleição, ou se aceitará o retrocesso representado por uma das candidaturas oposicionistas. 


O ponto de partida para conquistar o voto popular é o debate programático de grande envergadura, em que ganha importância a defesa do legado de conquistas dos governos liderados por Lula e Dilma nos últimos 11 anos.

Os comunistas brasileiros estão totalmente engajados na campanha pela reeleição da presidenta Dilma, em todos os estados. Participarão de todas as ações da campanha e levarão ao povo as diretrizes programáticas aprovadas na convenção nacional eleitoral realizada no final de junho.

Em todos os estados da Federação e no Distrito Federal o Partido Comunista do Brasil tem candidatos e candidatas que defendem os interesses nacionais, os direitos dos trabalhadores, a democracia, o progresso social e as reformas estruturais democráticas. Confira a lista das candidaturas do PCdoB.


acesse:http://www.vermelho.org.br/pesquisa_deputados.php

5 de mai. de 2014

Votar é legal


Ultimamente tem se tornado comum ouvir dizer que política é algo sujo, que todo político e ladrão e que todo partido e corrupto. Impulsionados por uma vontade de opinar é com as facilidades disponibilizadas pelas mídias sociais (facebook, twister, etc) milhares de pessoas tem mostrado sua indignação diante de fatos que direta ou indiretamente envolvem a política nacional.    
Em um país como o Brasil, onde o regime democrático garante a qualquer individuo o direito de expressar livremente suas opiniões, porém que pouca importância da a seu recente passado histórico é valido e lembrar que este estado de “liberdade” hoje usufruída nem sempre foi assim.
A menos de um século em nosso país, mulheres e menores de 21 anos não possuíam direito ao voto só conquistado em 1932, e até o ano de 1889 vivíamos sobre o regime monárquico e não existiam oficialmente partidos políticos no país.
Depois de muitas lutas, em diferentes momentos de nossa historia, seja durante os anos de 1930, 1960 ou mesmo anterior a esse período, homens e mulheres de nosso país, conscientes, comprometidos e esperançosos em relação à um futuro melhor para o país, não hesitaram em dar suas vidas para que hoje, em pleno século XXI tenhamos o direto de ir as urnas e votar.
E votar não é simplesmente cumprir uma obrigação eleitoral, mas sim exercer nosso direito de cidadania honrando com decisões coerentes e pensadas as centenas de heróis conhecidos e anônimos que no num passado não muito distante deram suas vidas para que hoje homens e mulheres adultos e jovens possam exercer esse direito.
Hoje em pleno século XXI, desde a constituição de 1988 jovens de 16 conquistaram o direito ao voto, precisando para tanto apenas se dirigir a um cartório eleitoral para fazer seu titulo de eleitor, passando a ter o direito de opinar e escolher nossos governantes. Porém, ainda é uma pratica comum, adiar o primeiro voto – uma vez que até os 18 anos e após os 70 anos o voto é facultativo- para quando se faz 18 anos como se votar fosse uma obrigação.
Mas votar não é apenas uma obrigação. Votar é a chance de escolhermos quem melhor pode representar não apenas nossos interesses pessoais, mas o interesse da nação, de um povo sofrido e trabalhador que sonha com melhorias de vida, com salários dignos, com saúde e educação de qualidade.
Votar é escolher e exercer nosso senso critico e analítico para definir qual candidato realmente representa a grande camada popular – da qual a maioria de nos incluindo eu e provavelmente você que esta lendo estas linhas fazemos parte-  e qual representa apenas o interesse das elites – um pequeno grupo de pessoas que dominam e são donos de emissoras de TVs, revistas e jornais impressos de circulação nacional, provedores de internet e  grande grupos empresariais que possuem filiais espalhada por diferentes pontos do país.
Além disso, votar é a chance que temos de honrar e homenagear os homens e mulheres que um dia num passado não muito distante deram suas vidas para hoje vivermos em um regime democrático.



Secretaria de Comunicação/ PCdoB Uberlândia

12 de out. de 2013

Yahoo publicou: Pesquisa Datafolha: Dilma tem 42% dos votos contra 21% de Aécio e 15% de Campos


Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) pelo jornal “Folha da S. Paulo”, aponta que a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria reeleita ainda no primeiro turno caso enfrentasse os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). 

Na simulação, Dilma conta com 42% das intenções de voto, enquanto Aécio tem 21% e Campos 15% . Votos brancos e nulos somam 16%, enquanto outros 7% ainda não souberam opinar. 

A pesquisa ainda realizou outros quatro cenários para a eleição de 2014, substituindo os nomes de Campos por Marina Silva e o de Aécio por José Serra. Em nenhuma combinação Dilma teria força suficiente para garantir sua reeleição ainda no primeiro turno. 

A disputa mais apertada ocorre na simulação em que fica com 37% dos votos contra 28% de Marina  e 20% de Serra. Entretanto este é o cenário menos provável, já que ambos trabalham para a candidatura de seus presidentes nacionais: Campos e Aécio. 

O Datafolha entrevistou 2.517 pessoas em 154 municípios e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Devido à filiação de Marina Silva ao PSB, a pesquisa deste sábado não pode ser comparada com outras realizadas anteriormente, já que os cenários são diferentes: após a aliança, ela e Eduardo Campos não podem mais concorrer um contra o outro. 

Segundo turno


Caso ocorra segundo turno, Dilma iria vencer qualquer um dos seus oponentes, segundo a pesquisa. A maior diferença seria contra Eduardo Campos, com uma vitória por 54% a 28%. Já contra Marina seria 47% a 41%, contra Aécio Neves 54% a 31% e diante de José Serra, 51% a 33%. 

Rejeição em 2014

O Datafolha ainda estudou o percentual de rejeição de cada um dos prováveis candidatos para a eleição. A maior taxa é a de José Serra, com 37%, seguido por Dilma com 27%, Campos com 25%, Aécio com 24% e Marina com 17%.