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11 de mai. de 2013

Jornais fazem cobertura tendenciosa da visita de Maduro ao Brasil

10 DE MAIO DE 2013 - 15H41 



A visita estratégica do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aos países do Mercado Comum do Sul (Mercosul) foi um passo importante na solidificação de sua liderança regional enquanto prepara o terreno para assumir, em junho, a presidência do bloco regional. Sua presença no Brasil nesta quinta-feira (9) para selar acordos, sobretudo na área agrícola e energética é emblemática. 

Por Vanessa Silva, para o Portal Vermelho


Roberto Stuckert Filho/PR
Maduro
Após declaração à imprensa, Maduro presenteia Dilma retrato do ex-presidente Hugo Chávez, no Palácio do Planalto
A liderança do Brasil na América do Sul é notória e mesmo a oposição venezuelana reconhece este fato e reverencia o “gigante do sul”. Tanto, que nas eleições que disputou com Hugo Chávez em outubro de 2012, Henrique Capriles, chegou a afirmar que tinha o apoio de Luiz Inácio Lula da Silva — que pouco tempo depois gravou um vídeo reiterando seu respaldo a Chávez — e afirmou que governaria como o ex-presidente brasileiro. A posição do Brasil de reconhecer, receber Maduro e firmar acordos com a nação caribenha é também um recado à oposição do país bem ao estilo Dilma: chega de espernear e vamos trabalhar. 

Nano protesto é destaque

Sem admitir a importância da reunião e dos acordos para ambas as nações, os jornais preferiram ressaltar aspectos curiosos da visita.

“Maduro é recebido com honras de Estado”, diz a reportagem de página inteira de O Globo, cujo título é: "Surdo às constestações". Para desqualificar o feito — manifestação da amizade e consolidação dos negócios que Venezuela e Brasil mantêm juntos — o jornal da família Marinho deu amplo destaque ao protesto realizado por cinco pessoas diante do Palácio do Planalto e à figura controversa de Capriles que, mesmo após o reconhecimento da lisura das eleições venezuelanas segue cantando fraude e pedindo novas eleições.

A abordagem do jornal Valor Econômico pode induzir o leitor ao erro ao afirmar que “Maduro foi obrigado a encarar (…) cartazes com os dizeres "Maduro, presidente ilegítimo", empunhados por um pequeno grupo de manifestantes - engrossado com uma delegação do Movimento dos Sem Terra, que os hostilizaram”. O leitor é levado a entender que o MST engrossou o caldo dos manifestantes contrários a Maduro quando, como esclarece o coordenador do movimento, João Pedro Stédile, “estávamos lá com manifestantes do MST para hostilizar os cinco manifestantes (nós contamos), que tinham a faixa contra o maduro”. 

Errata

Procurado pela assessoria do MST, o jornal Valor Econômico afirmou que publicará uma errata esclarecendo o episódio.

Texto alterado às 16h57 para acréscimo de informações



fonte:http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=213317&id_secao=6

5 de mar. de 2013

Há 60 anos, morreu Stálin, líder da União Soviética


Há exatos 60 anos, no dia 5 de março de 1953 morreu em Moscou o dirigente da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e do Partido Comunista da União Soviética. O país e os comunistas de todo o mundo sentiram então o profundo golpe. Desaparecia aquele que durante três décadas comandou a construção do socialismo no país em meio a graves contradições e conflitos.

Jossif Vissarionóvitch Djugashvili, o Stálin (Homem de Aço) nasceu em 21 de dezembro de 1879 em Gori, província de Tblissi, Geórgia, região da Transcaucásia. Era filho de um sapateiro e uma camponesa.
Como seminarista em Tblissi, Stálin conheceu a literatura marxista e filiou-se ao Partido Operário Social Democrata da Rússia no ano de sua fundação, em 1898.
A partir de então dedicou-se à atividade revolucionária, editando publicações clandestinas, redigindo textos e artigos e fazendo a propaganda do marxismo entre os operários.
Participou ativamente da luta operária a partir de 1905. No ano de 1912, na Conferência de Praga (antiga Tchecoslováquia), os bolcheviques decidem organizar-se em partido independente, afastando completamente os mencheviques e adotando o nome Partido Operário Social Democrata Russo (bolchevique).

Saiba mais em: 
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=207422&id_secao=9